Especial Racionais MC’s – Sobrevivendo no Inferno: “A criminalidade como ela é”

Capa do DiscoEm 6 de novembro de 1997, dia em que completei 17 anos, um colega de trabalho me avisou que estavam vendendo o novo CD dos Racionais MC’s em uma loja perto dali e perguntou se eu também queria. Entreguei os R$ 20 para ele comprar o meu próprio presente de aniversário.

Depois de encerrar o expediente, peguei meu discman, coloquei o CD recém-adquirido nele e fui em direção ao ponto de ônibus. Naquele dia, faria minha inscrição para o vestibular de Jornalismo antes de ir ao colégio e no caminho poderia ouvir o que os Racionais tinham para dizer em suas músicas.

A tranqüilidade de “Jorge de Capadócia” se transformou na batida forte de “Capítulo 4, Versículo 3”, que me cativou logo de cara. As faixas iam passando e tinha a certeza que estava escutando algo único. Na volta para casa, após a aula, ainda conferi “Fórmula Mágica da Paz”, única música do disco que conhecia até então (ainda assim, de ouvir falar).

Meses depois, o fenômeno “Sobrevivendo no Inferno” estava em toda a mídia, surpreendida com o sucesso de vendas de um CD que não tinha ampla divulgação. Por mais que a imprensa não soubesse como aquilo podia acontecer, a resposta era muito fácil: o disco era muito bom.

As letras de Mano Brown e Edi Rock estavam mais poéticas e contundentes do que antes. Os temas das músicas são os mesmos dos discos anteriores: criminalidade, drogas, violência e preconceito racial (“o primo do cunhado do meu genro é mestiço…”), mas o modo como eles falam chega a impressionar pela criatividade. Ao citar um viciado em crack, não basta dizer que ele “está se afundando na pedra”, mas sim que ele está “tragando a morte, soprando a vida pro alto”. Sobre o poder de liderança do Guina (o personagem fictício, não o picareta que dá testemunho mentiroso nas igrejas), uma descrição sensacional: “com condição de ocupar um cargo bom e tal, talvez em uma multinacional/pensando bem, que desperdício, aqui na área acontece muito disso, inteligência e personalidade, mofando atrás da p.. de uma grade”.

Por mais poéticas que sejam, as letras não amenizam a realidade cruel. São descritas com crueza situações como meninas que se sujeitam a praticar sexo oral para sustentar seu vício em cocaína, o ladrão que engatilha o revólver na boca de sua vítima, assassinatos a sangue-frio e crianças com ataques causados pela abstinência de crack.

Junto a essas letras ora poéticas, ora cruéis, as batidas e samples conseguem dar o tom do que os cantores querem passar. Quem ouve “Capítulo 4, Versículo 3” fica em estado de atenção, como se pudesse ser atacado a qualquer momento por um ladrão. Já o ritmo funk de “Qual mentira vou acreditar” remete à festa onde Edi Rock e Ice Blue encontram a mulher com o vestido “estrategicamente a um palmo do joelho”. Entre os sons que compõem “Tô ouvindo alguém me chamar”, nota-se o barulho de um aparelho que registra as batidas do coração do personagem quase morto da música.

Mesmo em meio a tantos tiros e drogas, os integrantes dos Racionais sobreviveram a esse inferno e “contrariaram a estatística”, o que não ocorreu com os filhos de muitas “Marias”. A mensagem do grupo, por mais que a criminalidade esteja aí, é essa: “malandragem de verdade é viver”.

Jorge Ben novinho1 – Jorge de Capadócia: A letra de Jorge Ben, colocada na base da música “Ike’s Rap II” de Isaac Hayes (que também foi utilizada pelo Portishead), serve para “abrir os caminhos” do disco. Com tanta bala que virá pela frente nas próximas faixas, é bom fazer a seguinte oração: “armas de fogo meu corpo não alcançarão”.

Ao incluir esta faixa, os Racionais homenageiam um de seus ídolos e mostram um pouco do novo lado religioso do grupo, como atesta a capa do disco.

2 – Genesis (Intro): No pequeno trecho dessa espécie de vinheta, Mano Brown resume que Deus dá as coisas boas, e o homem as transforma em más. Para sobreviver nesse inferno, o jeito é se virar, seja “com uma Bíblia véia” ou “uma pistola automática”.

3 – Capítulo 4, Versículo 3: O título da música seria uma alusão ao fato de esta ser a terceira faixa do quarto disco do grupo. Deixando a hipótese de lado, o que interessa é o seu conteúdo.

A música já começa com uma série de estatísticas que mostram como os negros da periferia de São Paulo sofrem com a violência policial. A revolta que essa situação gera em Mano Brown faz com que ele use sua arma (“minha palavra vale um tiro/eu tenho muita munição”) para “abalar o seu sistema nervoso e sangüíneo”.

Mesmo reconhecendo suas “intenções ruins”, Brown consegue agradecer ao Senhor por “não desandar e nem sentar o dedo em nenhum pilantra”. Para chegar aos 27 anos (agora 37) e contrariar a estatística, ele não caiu na conversa da propaganda de que precisava ter status e fama e muito menos se rendeu ao vício das drogas. Isso, fatalmente, o levaria para a vida do crime, seja para sustentar um estilo de vida ou uma dependência química (“tem mano que te aponta uma pistola e fala sério/explode a tua cara por um toca fita velho…. vai de bar em bar/esquina em esquina/trocar 50 conto/trocar por cocaína”).

Apesar de confessar que “ser um preto tipo A custa caro”, ele deixa claro sua opção em não ser um criminoso. “Se eu fosse aquele moleque de toca/que engatilha e enfia o cano dentro da sua boca/de quebrada, sem roupa/você e sua mina/um, dois, nem me viu/já sumi na neblina/mas não, eu permaneço vivo…”

Os Racionais, “efeito colateral que seu sistema fez”, marcaram o Vídeo Music Brasil da MTV, em 1998, com uma apresentação histórica deste rap. Na parte musical, destaque para o sample de Slippin’ Into Darkness, do grupo War.

4 – Tô ouvindo alguém me chamar: Após ser alvo de diversos tiros, um criminoso começa a fazer uma reflexão de como foi sua vida. Essa é a tônica da mais extensa música do disco, com impressionantes 11min15 de duração.

Por mais que seja uma das músicas que mais fala de assaltos, assassinatos e outros delitos, a sua mensagem deixa muito claro que o crime não compensa. Percebendo a pouca chance de sobreviver, o personagem do rap se arrepende do que fez e promete: “se eu sair daqui eu vou mudar”.

O arrependimento é óbvio pela referência que ele faz do seu irmão, alguém que teve as mesmas condições difíceis de criação e, mesmo assim, conseguiu concretizar seu “sonho de doutor”, ao estar perto de se formar, “acho que em direito, advocacia”.

Em vez de se espelhar no esforço do irmão, o narrador da música optou pela vida de “revólver, droga, carro” e teve como professor o ladrão Guina, “sangue ruim que não dava boi para ninguém”. Curiosamente, o mestre no crime foi o responsável por sua morte. Na cadeia, Guina achou que fora cagüetado pelo seu então parceiro e ordenou a execução.

O sample utilizado é da música “Charisma”, de Tom Browne. A letra do rap é de Mano Brown.

5 – Rapaz Comum: Assim como na faixa anterior, este rap também tem um narrador que acabou de levar tiros. Mas se em “Tô ouvindo alguém me chamar” a música se encerra com a morte do criminoso, aqui a história se desenrola até o momento em que o defunto é enterrado.

Na música não fica claro qual o motivo da morte do protagonista. Mas e daí? “Morte aqui é natural é comum de se ver/c…, não quero ter que achar normal/ver um mano meu coberto com jornal”.

Infelizmente, Edi Rock explica que, entre os jovens de periferia, “morre um, dois, três, quatro, morre mais um em breve”. O rapaz comum da música “não é o último, nem muito menos o primeiro” a ser alvo da violência.

Em vez de uma base funk, os Racionais utilizam nesta faixa um sample de “Black Steel in The Hour of Chaos”, do grupo Public Enemy. No refrão, há trechos de “Mano na porta do bar” (“a lei da selva é assim, predatória/preserve a sua glória”).

6 – ….: Apesar de ser apenas uma vinheta do disco, ela não passa despercebida. Depois de uma parte instrumental com uma batida bem comum ao rap, ela termina de uma forma que remete à violência: uma seqüência de tiros.carandiru.jpg

7 – Diário de um Detento: Música que ganhou um bom destaque no disco, principalmente após conquistar os prêmios de Melhor Videoclipe de Rap e Escolha da Audiência do Video Music Brasil 1998, conta a trajetória de um presidiário da Casa de Detenção do Carandiru nos três primeiros dias de outubro de 1992, quando ocorreu o massacre de 111 detentos no Pavilhão 9 do presídio.

A letra, uma parceria de Mano Brown com o agora ex-detento Jocenir, autor do livro homônimo lançado em 2001, retrata as angústias daqueles que estão “do outro lado do muro”. Fugir? Será que o juiz aceitou a apelação? E meu irmão em liberdade, está usando drogas?

Se Jocenir é responsável por mostrar a Brown o que se passa na cabeça de um detento, o rapper dos Racionais não precisa de parceria para narrar sua versão do massacre do Carandiru. Por mais que tenha ficado quatro anos preso, o escritor e co-autor da música não estava no presídio da Zona Norte de São Paulo em 1992, o que reforça a idéia de que a parte da composição que ataca “Fleury e sua gangue” seja de Brown.

Antes de chegar ao clímax, ainda dá tempo de avisar a quem está no crime sobre o que a prisão reserva: “aí moleque, me diz: então, cê quer o quê?/a vaga tá lá esperando você/pega todos seus artigos importados/seu currículo no crime e limpa o rabo/a vida bandida é sem futuro/sua cara fica branca desse lado do muro/já ouviu falar de Lucífer?/que veio do Inferno com moral, um dia/no Carandiru, não… ele é só mais um/comendo rango azedo com pneumonia”.

Sobre a rebelião que culminou no massacre, a descrição é simples e precisa: “uma maioria se deixou envolver/por uns cinco ou seis que não têm nada a perder/dois ladrões considerados passaram a discutir/mas não imaginavam o que estaria por vir”. Com a deixa dos próprios presos e o sim dito pelo telefone, “avise o IML, chegou o grande dia”.

O resultado disso são “cadáveres no poço, no pátio interno” e “sangue jorra como água”, pois o “ser humano é descartável no Brasil/como modess usado ou bombril”. Mesmo com a gravidade da situação, nada deve mudar. “Mas quem vai acreditar no meu depoimento?/dia 3 de outubro, diário de um detento”, encerra Brown.

A percussão que caracteriza a música foi sampleada de “Easin’ In”, de Edwin Starr.

8 – Periferia é periferia (em qualquer lugar): O nome da música é uma frase utilizada pelo rapper GOG em “Brasília Periferia”, faixa do disco “Dia a Dia da Periferia”, de 1994. Não importa se você está na Ceilândia, no Capão Redondo ou em qualquer outra periferia de uma grande metrópole: nesses lugares esquecidos da cidade, a droga está acessível, trabalhadores se matam para ganhar pouco e a criminalidade rola solta.

De todos os problemas atuais da periferia, o que parece ser mais preocupante é o da droga, na visão de Edi Rock. Primeiro, as crianças crescem vendo as pessoas se drogando e muitas delas seguem pelo mesmo caminho. Ao não conseguir sustentar o vício, praticam crimes, mesmo que seja contra um trabalhador comum (“escravo urbano”), e permanecem vivos por pouco tempo, pois também viram vítimas da violência que geram.

Tudo bem que muitos moradores da periferia têm sua culpa na história, mas “quem vende a droga pra quem?”. Edi Rock observa sabiamente que a droga “vem pra cá de avião ou pelo porto ou cais/não conheço pobre dono de aeroporto e mais”, ou seja, os responsáveis por essa situação são os poderosos.

A homenagem ao rapper GOG não se restringe ao título da música, já que outros trechos de “Brasília Periferia” são utilizados durante o rap (“aqui a visão já não é tão bela”, “muita pobreza, estoura violência”, “vários botecos abertos, várias escolas vazias”, “mães chorando, irmãos se matando”). A base é sampleada de “Cannot Find a Way”, de Curtis Mayfield.

9 – Qual mentira vou acreditar: Depois de tantos temas pesados tratados nas faixas anteriores, esta música serve como um oásis. O som funk, sampleado de “Hip Dip Skippedabeat”, do grupo “Mtume”, retrata a saída dos amigos Edi Rock e Ice Blue em uma balada qualquer.

O momento de lazer para alguém da periferia, porém, não é nada fácil. Primeiro, é obrigado a tomar uma geral da polícia (e ver sua camisa do Santos sair suja após a batida). Depois, xaveca uma mina espetacular e descobre que tudo o que ela dizia não era verdade. Sem falar nos falsos amigos, que contam vantagem de tudo, apesar de não serem nada daquilo do que garganteiam.

Em meio a tantas mentiras, o jeito é “saber curtir, saber lidar/se a noite é assim mesmo, então, deixa rolar”. Vale lembrar que é nesta música que há a citação de uma “mulher vulgar”, assim como ocorre em todos os outros discos. Segue alguns versos: “conheço essa perversa há maior cara/correu a banca toda de uns ‘pleiba’ que colam lá na área/pra mim ela disse que era solitária/que a família era rígida e autoritária/tem vergonha de tudo, cheia de complexo/que ainda era cedo pra pensar em sexo”.

djavan.jpgComo curiosidade, as músicas ouvidas no rádio do carro do Edi Rock no início são “Chegou a Hora”, do Boi Garantido, e “Pode vir quente que eu estou fervendo”, na versão do Barão Vermelho. Não podemos nos esquecer do “só eu sei” da música “Esquinas”, de Djavan, quando Blue sonhava em um grand finale até as seis da manhã.

10 – Mágico de Oz: “moleque novo que não passa dos doze, já viu, viveu mais que muito homem de hoje”. Se a música só tivesse apenas essa frase, já valeria sua inclusão no disco.

Mas essa composição de Edi Rock tem muito mais. Conta o que acontece com os “meninos em situação de rua”, como dizem os estudiosos. Eles aprendem cedo a malandragem da rua, têm a droga como opção “para aquecer ou para esquecer” e vêem a polícia como inimiga. Apesar de todos os problemas, “sair da rua é a meta final/viver decente, sem ter na mente o mal”.

Difícil imaginar crianças como essas sem a maldade na mente, tendo como exemplos policiais corruptos e traficantes com o bolso cheio. “Dizem que quem quer segue o caminho certo, ele se espelha em quem tá mais perto”, define Edi Rock.

Diante de uma situação tão triste como essa que vemos nos faróis e nas esquinas todos os dias, o autor do rap confessa que questionou a existência de Deus, mas depois recuou. Só mesmo tendo fé para acreditar que uma dessas crianças terá uma condição digna algum dia.

Para complementar a letra, a base da música é um sampler de “It’s too late”, do grupo The Isley Brothers.

11 – Fórmula Mágica da Paz: Não é à toa que esta é a última música do CD. Nela, Mano Brown faz uma reflexão de sua trajetória, desde a época de moleque, com “cabelo black e tênis All Star”, até chegar aos 27, como mais um sobrevivente.

Em sua análise, apesar de reconhecer que cresceu admirando os ladrões e malandros mais velhos, viu que “malandragem de verdade é viver”, pois “muito velório rolou de lá pra cá”. Aliás, ele admite ser um vencedor, já que a sua mãe poderia ser uma das muitas que colocam flores sobre a sepultura no Dia de Finados.

Para os manos de hoje que se interessam pela idéia de “treta, tiro, sangue”, Mano Brown dá uma sugestão: curtir a liberdade com os amigos, ouvindo um bom som, sem pedra ou pó e com respeito aos outros. Por mais que recomende o “descanso do gatilho”, ele sabe que é complicado viver sem emprego e, conseqüentemente, sem dinheiro para balada, roupa nova, carro e mulher.

Mano Brown encontrou a sua fórmula mágica da paz e, para isso, não precisou deixar a periferia, um campo minado onde os irmãos, todos pobres, vivem se matando. O fato de ele dizer “não me olhe assim, eu sou igual a você” dá a esperança para as pessoas que vivem em situação semelhante consigam o mesmo que ele.

bar-kays.jpgO sample utilizado é o da música “Attitudes”, do grupo The Bar-Kays. Confiram também a apresentação de “Fórmula Mágica da Paz” no DVD “1000 Trutas, 1000 Tretas”.

12 – Salve: Novamente os Racionais usam a base de “Ike’s Rap II”, de Isaac Hayes, para esta faixa, que cita o nome de várias quebradas por onde o grupo passou. Os presidiários, ou “os manos que estão do outro lado do muro”, também são agraciados com o salve.

No final, Mano Brown ainda dá um aviso aos “fdp que querem jogar sua cabeça para os porcos: tenta a sorte”. A confiança está no fato de ele acreditar em Jesus, segundo suas palavras, “um homem de pele escura, de cabelo crespo, que andava entre mendigos e leprosos pregando a igualdade”.

Ps. Mais uma vez agradeço ao pessoal da comunidade do Orkut “Originais do Rap”, que tem me mostrado quais as bases utilizadas pelos Racionais. Sem vocês, este post não teria tantas informações relevantes.

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28 Responses to Especial Racionais MC’s – Sobrevivendo no Inferno: “A criminalidade como ela é”

  1. Marcus Vinícius disse:

    Pô cara, parabéns pelo post. Há muito tempo eu procurava qual era a base de “Qual Mentira Vou Acreditar”.
    Além de você ter passado muita informação nova pra mim, você escreve muito bem.
    Seu blog tá muito bom… é bom ver jornalista com uma visão mais humana das coisas… penso que o rap ajuda nisso.

  2. Muito…muito Bom o seu ponto de vista…Esse Cd na minha opiniao e o melhor Cd de Rap que temos no Brasil… Mano Brown realmente chegou p/ser um poeta da vida real dos Brasileiros….. da periferia.
    Obrigado por ter colocado seus cometarios sobre esse artista maravilhoso…
    Rose

  3. cara eu terminei com a minha gata quase qui mi matei mas ai boteiseu rap e iscutei a quela musica [a vida e um desafio] a quilo ves eu jora e roba mas hoje eu sou seu fa boa sorte mano brow falo truta.

  4. JOAO disse:

    QUE SABE MANO O GUINA E UM MENTIROSO QUE AINDA MATA PESSOAS

  5. Tais disse:

    Muito BOM mesmo, é difícil encontrar pessoas que enxergam esse estilo de música assim, muito legal mesmo.
    Beijos

  6. maximino g silva disse:

    sem comentarios so emoçao no dia dehoje valeu

  7. Andréa disse:

    Muito bom seu post, foi esclarecedor, passei a gostar de rap através do meu esposo, passei e ser fã das letras e da historia de vida do mano brown, aprendi que antes de criticarmos temos de conhecer p/ só assim tirar conclusões e da opinião. Parabéns pra vc e sucesso ao grupo Racionais e bençãos de Deus na vida de todos os integrantes e na sua vida AMÉM

  8. Rafael Garoti disse:

    MUITO BOM SEU POST.

  9. Poxa cara fika dificil entender porq as pessoas mentem tanto nao e pra que enganar as pessoas,sinceramente sinto me triste em saber o qanto a mentira tem invadido as igrejas e mesmo que esse tal guina exista e nao for um picareta e triste ver como tem gente q usa o nome de Deus pra enganar as pessoas espero que tudo isso for uma farça ele tome conciencia do que esta fazendo.Mas qero parabenizar a vc pelo maravilhoso post muito bem escriito parabems!

  10. RAFAEL disse:

    EU ACREDITO EM TUSO QUE GUINA DIZ ELE
    E UM SOBREVIVENTE E EU VI A REPORTAGEM DO GUINA PASSOU NAS TELEVISOÉS NADA DISSO E MENTIRA
    ELE SO TA AVISANDO A TODOS SOBRE OQUE DEUS DISSE A ELE

  11. guina sei que tem muitas menssagem pr vc mas eu esgutei umas coisas na congregação gristá que tirou a minha fé mas gostaria se ter conhecer e eu estou muito ligado almudo mas aminha obra não é na congregação já perdi minha esposa e meu finho já perdi a minha fé disse assim que eu tinha que amar primeiro adeus e de pois o meu finho aminha faminha mas estou querendo roba ontem eu fumei o primeiro baseado de pois da minha recuperação mas cara eu tento ter fé neli mas não sei oque ta acontecendo esta nassua mão serto ou na mão de deus adessepição vai ser grade pr minha familha mas não sei o que vai ser de min eu sou um carra que senpre quis ter moto carro dinheiro e poço diser fama como vc dis morro na cohab de taipas
    rua joão amado continho perto do coreto vcs já vierro aque mas eu não sei o que fasso na congregação não botos os pez mais serto estou ligado muito no mundo se for da vontade do senhor morrerei sefor da vondade tenho muita vontade de ter a bmw mesmo tenho vondade ter mesmo uma 660 uma rornet mesmo orro mulhe gostaria da minha mas se não for vou faser oque
    ( minha vondade é assim estou essima um dois partira eu sou bem pior doque vc ta verdo ) mas se for da vontade dele vc vai ler este dessabafooooooooooo ta foda serto e não sei se a congregação é pr min serto estou perdido eu esgutei o seu testinho no dvd e fique pensãodo se vc irria ler mesmo este dessabafo ou não como vc disse se não tem grente que falo em tam venha de forra serto se for da vomdade dele se não esquerro bem marteriais mesmo esto errando querro isso á (já tirei um dia ) eu querro dinheiro mesmo quero motos carros mesmo pr que mi uminho vai provar do proprio veneno amargo que eles griarro tenho sede de marar não é mas um revoudado não é aporra realidade forte abraço…………… felipecv

    • carolina disse:

      Vc é de outro planeta???
      Kkkk
      Querido antes de vc pensar em dinheiro vai ler a biblia, assim vc aprende a palavra de Deus, o caminho onde deve andar e concerteza também vai aprender á escrever….

  12. Ernandes F disse:

    salve rapa quando vai ter atualizações??
    bom tem o sample do liverpool express you are my love.. Zapp – Be Alright
    numa versao bem antiga do formula magica da paz….
    curts myfield Freddies Dead mano na porta do bar…
    tamo ai no agurde hein….

  13. Simone disse:

    Coitado de vc!
    Quando Deus quer, Ele faz o impossível…
    É um desrespeito muito grande ofender a fé das pessoas.
    Jesus está voltando…
    Se arrependa enquento há tempo.
    Estarei pedindo a Deus por você e por todos os ateus do mundo!

  14. michele disse:

    bom é muito bom ver e ouvir esse testemunho me edificou muito ja conheço a palavra sou evangelica desde infancia e esse testemunho me ajudou bastante eu nao esperava ouvir esse testemunho !!!

  15. Luana disse:

    Olá pessoal… Que a a paz seja convosco.

    Eu repito as palavras do apóstolo Paulo emitida aos Filipenses, capítulo 1 versículos 15 – 17 e 18.” Verdade é que alguns pregam a Cristo até por inveja ou contenda, mas outros o fazem de boa mente;(…) Mas aquele que por contenda anunciam a Cristo, não sinceramente, julgando suscitar aflição às minhas paixões. Mas que importa? Contanto que de toda maneira, ou por pretexto ou de verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei”. Se ele fala a verdade em seu testemunho eu não sei, mas que ele prega a Jesus, a Sua palavra, isso eu sei, pois já ví. E não cabe a nós julgarmos mas o Senhor. Retenhamos o que é bom segundo a Palavra da Verdade como diz o apostolo Paulo. O Guina dará conta de sí mesmo a Deus, baseado nas suas atitudes. E porque não acreditar que é verdade? O Senhor não mudou a Saulo? Analizem a vida de Saulo, que mais na frente se tornaria Paulo. Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoge e será eternamente, como diz a Palavra. Continua tendo o poder de redimir qualquer ser humano. E ele sempre deixa bem claro quem ele era sem Jesus e o que ele é com Jesus. Bom… É isso… Não cabe a nós julgar. O Senhor o julgará. Paz.

  16. marcelo estevao disse:

    Ae parceiro, parabéns pelo blog! da hora as informações, continue assim admirador do nosso rap nacional!!!
    paz e DEus abençoe!!!

  17. solange disse:

    Oi gente,olha eu acredito no testemunho do guina,porque se não fosse verdade ele ja teria sido proscessado pelo racionais e o proprio mano brown ja teria o desmascarado!para mim o restante é especulação!!
    gostei muito do seu comentário Luana e concordo com voce!quem julga é Deus… e a palavra diz sábio é quem ganha almas !!

  18. geane disse:

    kra essa sua historia de vid é pra muito molek
    se ligar e nuk qrer se creçer pra ninguém eu qria q meu namorado tivesse tido a mesma sorte q vc teve ele tomou 21 tiros e ñ escapou e vc 32 e estar vivo isso qr dizer q deus tem algo em sua vid por isso q ele ñ te levou
    eu essa semana tava assistindo seu depoimento mano é muito lindo e oa msm tempo triste com td q aconteçeu na sua vid fik com deus brawn e espero q aquelas pessoas q vc chamou pra se converte esteja tds convertidos… xau um abraço

  19. Parabéns, a muitos anos procurei por essas informações, e agora achei. Ótimo blog!

  20. Sidney Terra disse:

    GOSTARIA DE SABER QUAL O NOME DA MUSICA (LENTA)E DO CANTOR ,QUE TEM NO COMEÇO E NO FIM ,USADO COMO VINHETA EM;EU TÔ OUVINDO ALGUEM ME CHAMAR , SE ALGUÉM SOUBER ME MANDE POR EMAIL POR FAVOR ,OBRIGADO EMAIL : sidney.terra@hotmail.com

  21. Ai manws eu aorendi q malandragem d verdade hj em dia er saber viver por isso o barato er loko eo prossesso e lento flw!

  22. cleber souza disse:

    agora ja vai 20 anos, pqp o tempo ta voando.

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