Corinthians terá arma secreta contra Palmeiras

fevereiro 29, 2008

O técnico Mano Menezes resolveu fazer um treino secreto do Corinthians em Atibaia na última quinta-feira para não mostrar a arma que pretende utilizar no clássico contra o Palmeiras, neste domingo. O objetivo do treinador é manter a estabilidade, evitar contato com os adversários, usar a velocidade e fazer várias ultrapassagens pelas laterais.

Como moro na cidade do interior, consegui furar o bloqueio dos seguranças do Hotel Bourbon e participei da apresentação do novo reforço do time, que atenderá todos esses requisitos da melhor forma:

carro-do-timao.jpg

Infelizmente, estou a pelo menos 5 quilômetros do hotel e não pude comparecer ao treino do Corinthians, quando os jogadores brincaram com o carro que levará o nome do Timão na Fórmula Super Liga Superliga. A foto também não é minha, mas está no blog Superleague Formula.

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Melhor Corinthians do meu tempo: Kléber – Camisa 6

fevereiro 25, 2008

A lateral-esquerda corintiana, de 1990 para cá, contou com jogadores de baixo nível técnico, como Jacenir, Elias e Augusto. Para escolher o melhor da posição na minha seleção, não foi muito difícil: fico com Kléber, apesar de ele não respeitar o passado glorioso que teve no Timão.

O atual lateral do Santos, que passou por uma cirurgia ao sofrer uma rara contusão no abdome, começou sua carreira no próprio Corinthians, profissionalizando-se em 1998. No ano seguinte, durante o Brasileiro de 1999, ganhou a posição de titular e foi campeão.

Meses depois de assumir a titularidade, conquistou seu segundo título, o mais importante de sua carreira: o Mundial de Clubes da Fifa, em 2000. Apesar de todas essas glórias, sua consagração como grande jogador aconteceria dois anos depois, ao formar o “melhor lado esquerdo do mundo”, na definição do técnico Carlos Alberto Parreira, com o meia Ricardinho e o atacante Gil.

Já sem a companhia de Ricardinho, que havia se transferido para o São Paulo, Kléber teve seu dia de vilão em 1º/05/2003. O Corinthians vencia o River Plate por 1 a 0, no jogo de ida das oitavas da Libertadores, no Monumental de Nuñez, quando, aos 32 minutos do segundo tempo, o lateral é expulso infantilmente, ao cair na provocação do meia D’Alessandro. Após a expulsão, o River ganhou forças e virou o placar para 2 a 1, sacramentando sua classificação no jogo de volta, com outra vitória por 2 a 1, no Morumbi.

Como acontece após uma eliminação corintiana na Libertadores, o desmanche da equipe foi inevitável. No meio de 2003, Kléber se transferia para o Hannover, da Alemanha. Ainda jogaria pelo Basel, da Suíça, antes de voltar ao futebol brasileiro, desta vez para atuar pelo Santos, onde está desde 2005.


Rolou um clima

fevereiro 15, 2008

Ao entrar no site do Marmota, vi que ontem foi comemorado o Dia dos Namorados (Valentine’s Day) em grande parte do mundo. Eu, que estou há 7 anos, 7 meses e três dias com uma mesma pessoa, tenho um episódio curioso para contar, que aconteceu no último Carnaval.

Desde 1994, eu passo o meu Carnaval em um dos acampamentos da Igreja Metodista Livre, chamados de Camping. Neste ano, não foi diferente, e lá estava eu como coordenador geral do Camping 12-14 (como o nome diz, voltado para adolescentes de 12 a 14 anos). A minha esposa, Flávia, também estava no acampamento, só que trabalhando na cozinha. Por isso, as refeições eram um dos poucos momentos que tínhamos para conversar com mais tranqüilidade.

Uma das pessoas que estavam na equipe do acampamento reparou que eu e a Flávia conversávamos e resolveu comentar com seus colegas: “acho que está rolando um clima entre o Empada e a Flávia”. Depois da gargalhada geral, ele foi informado que estou há mais de dois anos casado com ela.

Além da parte cômica dessa história, é muito bom perceber que depois de tanto tempo de relacionamento ainda “rola um clima” entre mim e minha esposa. Apesar de alguns desentendimentos naturais que acontecem com qualquer casal, ainda nos respeitamos, nos amamos e enxugamos as lágrimas uns dos outros nos momentos difíceis.

A minha personalidade é praticamente oposta à da Flávia. No entanto, o que nos une faz toda a diferença: Deus. Temos a mesma fé em Jesus Cristo, sabemos que nossas vidas precisam ser guiadas pelo Senhor e procuramos cultivar características como fidelidade, sinceridade e abnegação.

Enquanto muitos casamentos se deterioram por aí, vislumbro que só a morte me separará da Flávia, seja ela física ou espiritual. Sim, porque no dia em que optar por largar minha fé em Cristo, creio que meu relacionamento com ela não terá futuro.