Balanço olímpico

agosto 25, 2008

Na minha previsão otimista, acreditava que o Brasil poderia trazer 23 medalhas de Pequim. No final, foram 15, sendo 3 de ouro, 4 de prata e 8 de bronze.

Quebrei a cara ao apostar em pódio certo de Diego Hypólito, Jadel Gregório, João Derly, Bimba e Rodrigo Pessoa. Outras sete “possibilidades” não se concretizaram: Thiago Pereira, Ana Paula/Larissa, Fabiana Murer, Jade Barbosa, Equipe de hipismo (saltos), Poliana Okimoto e Marcio Wenceslau.

No meu balanço pessoal, errei mais do que acertei. Se tive 12 furos, porém, acertei 11 medalhas. Dos pódios que considerava garantido, oito se confirmaram: vôlei masculino e feminino, Ricardo/Emanuel, futebol feminino, Tiago Camilo, Natália Falavigna, Robert Scheidt/Bruno Prada e Maurren Maggi. Ainda me dei bem com três “apostas”: César Cielo nos 50m livre, Leandro Guilheiro e futebol masculino.

Vale lembrar que não contava com quatro medalhas conquistadas pelos brasileiros em Pequim: Márcio/Fábio Luiz, Cielo nos 100m livre, Ketleyn Quadros e a dupla da vela Fabiana Oliveira e Isabel Swan.

Abaixo, faço outro balanço, esporte por esporte, utilizando os conceitos péssimo, regular, bom ou ótimo (quem ouve futebol pela Transamérica sabe do que estou falando):

Atletismo – 45 atletas, apenas uma medalha. Como foi de ouro, o que não ocorria desde Los Angeles-1984, e a primeira feminina, até que não foi tão ruim. Bom.

Basquete – A seleção masculina não foi. A feminina, por sua vez, nem passou da primeira fase. Pior impossível. Péssimo.

Boxe – O jejum de medalhas continua, mas colocar dois boxeadores nas quartas-de-final é um desempenho esperado, pelo nível do esporte no Brasil. Bom.

Canoagem – Nivalter Santos e Poliana de Paula chegaram às semifinais. Deu pro gasto. Regular.

Ciclismo – Nenhum ciclista brasileiro ficou entre os 15 primeiros colocados em sua respectiva prova. No entanto, não se esperava nada deles mesmo. Regular.

Esgrima – Dois esgrimistas brasileiros estiveram em Pequim. Só isso já vale um Regular.

Futebol – Prata no feminino, bronze no masculino. Esperava mais das mulheres do que dos homens, mas valeu. Bom.

Ginástica artística – Nunca os brasileiros estiveram em tantas finais no esporte como em Pequim. Mas, como Diego Hypólito não trouxe a medalha esperada, dou Regular.

Ginástica rítmica – Ficaram em último na competição por equipes. No dia da final, em vez de as meninas irem assistir às suas concorrentes para aprenderem um pouco do esporte, preferiram ir à decisão do vôlei masculino. Péssimo.

Handebol – As duas seleções não passaram da primeira fase, mas conseguiram algumas vitórias, pelo menos. Regular.

Hipismo – O CCE e o Adestramento foram meros figurantes na competição. Nos saltos, a equipe não foi à final e a medalha de Rodrigo Pessoa não veio. Péssimo.

Judô – A equipe conquistou três medalhas de bronze, desempenho melhor que Atenas-2004. Como tínhamos três judocas campeões mundiais, esperava-se mais. Bom.

Levantamento de peso – O brasileiro que competiu ficou bem longe das medalhas. Como não temos tradição no esporte, fico com Regular.

Lutas – Rosângela Conceição venceu uma luta. E foi só. Regular.

Nado sincronizado – O dueto brasileiro não alcançou a final por uma posição. Regular.

Natação – Dos 27 nadadores brasileiros, só um trouxe medalhas (César Cielo). Como ele subiu em dois pódios, com um ouro inédito, valeu. Bom.

Pentatlo moderno – Yane Marques terminou em 18º lugar, mas foi prejudicada na prova de hipismo. Bom.

Remo – Os brasileiros ficaram longe das finais. Só decepção. Péssimo.

Saltos ornamentais – As mesmas caras de sempre (Juliana Veloso, Cassius Duran, etc.), só que os resultados foram piores do que antes. Péssimo.

Taekwondo – Medalha de bronze inédita com Natália Falavigna. Como ela tinha condições de ir melhor, assim como seus compatriotas, dou Bom.

Tênis – No individual, derrotas na estréia. Nas duplas, na segunda rodada. Regular.

Tênis de mesa – Nem a China inspira nossos mesa-tenistas. Hugo Hoyama teve saudades do Pan. Péssimo.

Tiro com arco – Derrota na estréia. Como o brasileiro enfrentou um sul-coreano, vou ser compreensivo e dar Regular.

Tiro esportivo – Para os brasileiros, o tiro saiu pela culatra. Péssimo.

Triatlo – O melhor brasileiro, Juraci Moreira, ficou na 26ª posição. Ao final da prova, ele disse que tinha ido a Pequim para se divertir. Péssimo.

Vela – Sem Torben Grael, e com Robert Scheidt em uma nova classe, até que duas medalhas é um Bom desempenho.

Vôlei – Um ouro no feminino e uma prata no masculino. Se fosse o contrário, daria ótimo, mas como o time de Bernardinho era o favorito, dou Bom.

Vôlei de praia – Os homens fizeram sua parte, mas as mulheres não mantiveram a tradição de subir ao pódio. Bom.

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EUA 3 x 1 Brasil

agosto 24, 2008

O título do post não se refere ao placar da vitória norte-americana sobre o Brasil na final do vôlei masculino, mas sim ao resultado dos confrontos decisivos entre os dois países nas Olimpíadas. Em quatro decisões, os Estados Unidos levaram a melhor em três.

A primeira, e talvez a mais doída, foi a final do futebol feminino. O Brasil era favorito e perdeu na prorrogação por 1 a 0, apesar de ter jogado melhor. Os norte-americanos conquistaram a segunda medalha de ouro sobre os brasileiros no vôlei de praia masculino, com um fiasco de Márcio e Fábio Luiz no último set.

A seleção feminina de vôlei vingou os compatriotas com os 3 sets a 1 impostos na partida de sábado. No domingo, porém, os meninos do vôlei confirmaram o estigma de fregueses dos EUA com a derrota por 3 a 1, perdendo a chance de ficar com o bicampeonato olímpico.

O consolo dos brasileiros é que, no quadro geral de medalhas, a China ganhou de lavada dos norte-americanos. Boa!

Vai Brasil! – Apesar de alguns fiascos, a campanha de Pequim foi a segunda melhor da história do país nas Olimpíadas, perdendo apenas para Atenas-2004. Em número de medalhas, empatou com Atlanta-1996, mas com uma de prata a mais do que há 12 anos.

Ê, Brasil! – Nos últimos oito anos, eles foram bicampeões mundiais e campeões olímpicos. Os jogadores de vôlei do Brasil, porém, mostraram que não eram imbatíveis com a derrota para os EUA na final de Pequim.

Lógico que não dá para cobrar nada de uma seleção que, em cinco Olimpíadas, foi duas vezes campeã, uma vice e teve dois resultados razoáveis (ué, mas a seleção masculina de futebol, nas últimas cinco Copas do Mundo, também não foi campeã duas vezes, uma vice e teve dois resultados razoáveis?).

Correu como nunca, perdeu como sempre – Três maratonistas largaram para disputar a prova olímpica da modalidade. Dois desistiram de completar o percurso, enquanto o outro ficou com a honrosa 38ª colocação.


Só faltou a narração do Datena

agosto 23, 2008

Tive a oportunidade de acompanhar bem as Olimpíadas de Atenas-2004, já que na época trabalhava em casa. Como não tinha TV por assinatura, assistia a maior parte dos eventos pela Bandeirantes e, nas partidas de vôlei feminino do Brasil, a narração sempre era do Datena.

Entre um “pontaço” e “Mari, a nossa ice woman”, Datena narrava o jogo de sua maneira peculiar. Foi com sua voz ao fundo que vi o Brasil perder a semifinal para a Rússia, após desperdiçar, pelo menos, cinco match points.

A Bandeirantes optou nestes Jogos por Nivaldo Prieto e Luciano do Valle, mas na seleção feminina Zé Roberto continuou no comando. Depois do trauma de 2004, ele levou a equipe para a final do Mundial de 2006 (acordei de madrugada para ver outra derrota das meninas para a Rússia) e sofreu mais um revés no Pan Rio-2007, com a inesperada medalha de prata.

Após tantas críticas sofridas, finalmente esse grupo provou, para mim e para todo o Brasil, que é o melhor do mundo. Só faltou a narração histérica do Datena.

Vai Brasil! – Frank Caldeira, José Teles de Souza e Marílson Gomes dos Santos têm a difícil missão de trazer um ouro para o Brasil na maratona. Se isso acontecer, e a seleção masculina de vôlei também for campeã, o país conseguirá em Pequim o seu melhor desempenho da história das Olimpíadas, tanto em qualidade (ouro com peso maior) quanto em quantidade de medalhas.

Ê Brasil! – É até covardia citar Natália Falavigna neste espaço, mas perder a semifinal por decisão dos árbitros, após empate nos pontos, é de doer. Valeu pelo bronze inédito do taekwondo.

Pedalou como nunca, perdeu como sempre – Jaqueline Mourão e Rubens Donizete disputaram neste sábado a prova de mountain bike do ciclismo. Ela ficou na 19ª posição; ele, na 21ª colocação entre os homens.


O ouro merecido de Maurren

agosto 22, 2008

Fiquei sabendo que Maurren Maggi existia nos Jogos Pan-americanos de 1999, em Winnipeg, quando ela conquistou a medalha de ouro no salto em distância e a prata nos 110m com barreiras. Por mais que o nível do Pan seja baixo, dava para ver que ela tinha potencial.

Esperança de medalha em Sydney-2000, ela não passou para as finais graças a uma contusão. Como naqueles Jogos o Brasil ficou sempre no quase, ela amargou uma pecha de amarelona, junto com o cavalo Baloubet du Rouet, o futebol masculino, o vôlei masculino…

Recuperada, Maurren continuava competindo em alto nível até ser suspensa por doping. A culpada foi uma pomada usada após uma sessão de depilação, segundo a atleta. Impedida de competir, desistiu do esporte, teve uma filha e pouco depois seu casamento com o piloto Antônio Pizzonia acabou.

Apesar de tudo que passou, resolveu voltar ao atletismo e, no ano passado, foi novamente campeã do Pan-americano. Foi a prova de que teria condições de brigar pelo ouro em Pequim, o que se confirmou nesta sexta-feira.

Ao contrário do badalado Jadel Gregório, a Maurren não é de amarelar. O único amarelo dela é o da medalha de ouro.

Vai Brasil! – A seleção masculina de vôlei está em mais uma final olímpica e, se o ouro vier, será histórico. Em nenhuma outra modalidade o Brasil foi campeão por três vezes (temos dois ouros no salto triplo e nas classes Star e Laser da vela).

Ê Brasil! – Márcio e Fábio Luiz surpreenderam ao conquistarem a prata em Pequim. Mas, se era para fazer aquele papelão na final, ao perderem o tie-break por 15 a 4 para os norte-americanos, deveriam ter deixado a vaga na decisão para Ricardo e Emanuel.

Correu como nunca, perdeu como sempre – O Brasil estava representado nas duas finais do revezamento 4x100m rasos. As equipes masculinas e femininas ficaram com a mesma posição: quarto lugar.


Pratas com gostos distintos

agosto 21, 2008

O Brasil conseguiu duas medalhas de prata nesta quinta-feira nas Olimpíadas de Pequim, mas as conquistas tiveram gostos totalmente diferentes. Na vela, Robert Scheidt e Bruno Prada tinham remotas chances de ficar com uma medalha que não fosse a de bronze e mesmo assim terminaram a competição da classe Star na segunda colocação, graças ao mau desempenho do barco da Suécia. Se eles comemoraram muito, as meninas da seleção de futebol saem da China frustradas.

Consideradas favoritas ao ouro após o chocolate de 4 a 1 sobre a Alemanha, as jogadoras do Brasil não repetiram o mesmo desempenho na final contra as norte-americanas e a partida foi para a prorrogação. Logo no início do tempo extra, os Estados Unidos arriscaram um chute de fora da área e garantiram a vitória por 1 a 0.

Com as duas pratas desta quinta, o Brasil soma oito medalhas até agora em Pequim (1 de ouro, 2 de prata e 5 de bronze), mais duas garantidas: vôlei feminino e vôlei de praia masculino. Em ambas situações, o adversário na final serão os Estados Unidos. Espero que o time do técnico Zé Roberto e a dupla Márcio e Fábio Luiz possam vingar a derrota sofrida por Marta e cia.

Vai Brasil! – Mais uma vitória por 3 sets a 0, desta vez contra a China, e a seleção feminina de vôlei consegue superar pela primeira vez uma semifinal olímpica. Pelo que está jogando, tem tudo para ficar com o ouro.

Ê, Brasil! – Jadel Gregório tinha o melhor retrospecto entre os seus rivais, pois só ele já havia saltado 17,90m na vida. Mesmo assim, o brasileiro ficou apenas na sexta colocação do salto triplo e volta, mais uma vez, sem uma medalha das Olimpíadas.

Jogou como nunca, perdeu como sempre – Lógico que as meninas do futebol feminino são heroínas, mas é a terceira derrota consecutiva que elas sofrem em decisões de competições importantes (Atenas-2004, Copa do Mundo-2007 e Pequim-2008). Apesar de terem mais chances de gols, ficam mais uma vez na segunda colocação.


No meu balanço parcial, Brasil vai mal

agosto 20, 2008

Na minha previsão otimista, disse que o Brasil teria 23 possibilidades de conquistar medalha, sendo que 13 dessas eu considerava quase certa a chance de pódio. Até o momento, tenho me dado mal.

Entre os 13 favoritos que apontei, apenas dois, por enquanto, já garantiram medalha: a seleção feminina de futebol (já é prata, pode ser ouro na manhã desta quinta) e o judoca Tiago Camilo (bronze). Outros três saem da China sem subir ao pódio (Bimba na vela, João Derly no judô e Diego Hypolito na ginástica).

Os oito restantes são os seguintes: vôlei masculino e feminino (estão nas semifinais, com chance de chegar ao ouro), Ricardo e Emanuel (disputarão o bronze no vôlei de praia), Maurren Maggi e Jadel Gregório (disputam as finais do salto em distância e triplo, respectivamente), Rodrigo Pessoa (está na final de saltos no hipismo), Robert Scheidt/Bruno Prada (disputam a regata da medalha e brigam pelo pódio) e Natália Falavigna (que ainda não entrou no tatame do taekwondo).

Entre as minhas outras 10 apostas de pódio, duas eu acertei: Leandro Guilheiro no judô (bronze) e César Cielo nos 50m livre (esperava medalha, mas me surpreendi com o ouro). O futebol masculino ainda brigará pelo bronze contra a Bélgica, mas os outros sete atletas/times em que pus minha esperança já estão eliminados: Ana Paula/Larissa (caíram nas quartas no vôlei de praia), Jade Barbosa (10ª no individual geral, 7ª no salto e nem foi para a final do solo), Poliana Okimoto (7ª na maratona aquática), Fabiana Murer (10ª no salto “sem vara”), Thiago Pereira (fiz minha aposta nos 400m medley, prova na qual ele foi 8º, mas não lembrei que sua melhor prova eram os 200m medley, em que o nadador ficou em 4º), Marcio Wenceslau (eliminado nas quartas no taekwondo) e a equipe de saltos do hipismo, que não chegou à final com a queda do cavalo de Pedro Veniss.

Dentre as não previstas, o Brasil já conquistou quatro medalhas: Márcio e Fábio Luiz estão na final do vôlei de praia masculino, Ketleyn Quadros foi bronze no judô, Cielo abocanhou o bronze nos 100m livre e a dupla Fernanda Oliveira e Isabel Swan também foram terceiras na classe 470 da vela. Esse número pode aumentar com mais um bronze, se Renata e Talita vencerem as chinesas Xue e Zhang Xi na disputa pelo terceiro lugar na noite desta quarta.

Se minhas apostas se confirmarem, o Brasil termina as Olimpíadas de Pequim com 17 medalhas, o que seria um recorde. Vamos torcer!

Vai Brasil! – A seleção masculina de vôlei passeou contra a China e enfrenta a Itália na semifinal. Como os italianos são fregueses do time de Bernardinho, a equipe tem tudo para chegar a mais uma final.

Ê, Brasil! – Se Fabiana Murer foi prejudicada na disputa do salto com vara, no masculino o brasileiro Fábio Gomes da Silva não tem desculpa. Ele até saltou o sarrafo em 5,45m, mas ele errou todos os seus saltos para 5,55m. Errou é modo de dizer, pois ele sequer tentou pular, ao desistir no meio do caminho. Ridículo.

Nadou como nunca, perdeu como sempre – A chegada da maratona aquática feminina foi emocionante e as brasileiras Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha estavam na briga até o final. Resultado: Ana Marcela em quinto, Poliana em sétimo.


O dia em que o Brasil levou surra

agosto 19, 2008

O Brasil tinha quatro disputas difíceis nesta terça-feira olímpica nas quais, se vencesse, garantiria alguma medalha (prata ou bronze). Nas quatro, os representantes nacionais levaram surra.

A dupla de vôlei de praia Renata e Talita entrou na areia para enfrentar as norte-americanas Walsh e May, atuais campeões olímpicas. Não teve nem graça: 2 sets a 0 para as gringas, parciais de 21/12 e 21/14. Agora, as brasileiras terão de lutar pelo bronze contra as chinesas Xue e Zhang Xi.

No boxe, o Brasil ainda tinha dois representantes nas quartas-de-final: Washington Silva, na categoria até 81 kg (meio-pesado), e Paulo Carvalho, no peso mosca-ligeiro (até 48 kg). Se vencessem suas lutas, conquistariam ao menos o bronze, mas nenhum deles triunfou. Silva perdeu por 8 a 0 para um irlandês, enquanto um cubano levou a melhor sobre Carvalho com sonoros 21 a 6.

Pior fez a seleção masculina de futebol, que perdeu para a Argentina na semifinal por 3 a 0, além de ter dois jogadores expulsos no final da partida (Lucas e Thiago Neves). Se o ouro inédito não veio dessa vez, o jeito é lutar pelo bronze contra a Bélgica.

Vai Brasil! – Na contramão dos compatriotas, as atletas Maurren Maggi e Keila Costa se classificaram à final do salto em distância. Outra exceção foi a vitória da seleção brasileira feminina de vôlei, que atropelou as japonesas com mais um 3 sets a 0.

Ê, Brasil! – O que poderia ser pior para um time de futebol brasileiro: perder para argentinos, perder por 3 a 0 ou perder sendo dominado o tempo todo pelo adversário? As três coisas aconteceram nesta terça, com o vexame da seleção de Dunga. Eu até não esperava uma vitória nesta semifinal, mas da forma como foi, deu vergonha.

Jogou como nunca, perdeu como sempre – O mesa-tenista Gustavo Tsuboi fez um jogo emocionante contra o canadense Peter-Paul Pradeeban em sua estréia, com vitória por 4 a 3. No jogo seguinte, porém, não deu outra: perdeu para o grego Panagiotis Gionis por 4 a 0.