Semana 39 – I Coríntios 4:3

setembro 27, 2018

“Pouco me importa ser julgado por vocês ou por qualquer tribunal humano; de fato, nem eu julgo a mim mesmo.” – I Co 4:3 (NVI)

“Talvez o cara que defende o pobre no tribunal” – Edi Rock, “Capítulo 4, versículo 3”

No texto da 31ª semana, tratamos da questão de nos preocuparmos primeiro em reconhecermos nossa condição de réus diante de Deus do que em ficar julgando os outros. Mas como agir quando a acusação é feita pelas pessoas?

Paulo sofreu esse “julgamento” por parte dos membros da igreja de Corinto e, conforme vemos no versículo acima, fez questão de destacar que não se importava com essa situação. Na sequência do capítulo quarto, ele enfatiza que sua consciência está tranquila, pois sabe que quem vai julgá-lo é o próprio Deus.

Ampliando a discussão sobre como é formado esse tribunal, temos as pessoas como promotores, nós como réus e Deus como juiz. Mas quem é o advogado, aquele “que defende o pobre no tribunal”, como diz Edi Rock? Para responder essa pergunta, temos de recorrer a outra passagem da Bíblia: “filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (I João 2:1).

Poderíamos ter um advogado melhor do que este? Um advogado que já pagou a pena no nosso lugar, o que inviabiliza qualquer acusação que fizerem contra nós? Com certeza, não poderíamos estar mais bem servidos. No entanto, um alerta: para que Ele nos defenda, precisamos “contratá-lo”. Aceite Jesus como seu Salvador e Senhor e fique livre de qualquer condenação.


Semana 38 – Romanos 4:3

setembro 20, 2018

“Pois o que é que as Escrituras Sagradas dizem? Elas dizem: ‘Abraão creu em Deus, e por isso Deus o aceitou’” – Rm 4:3 (NTLH)

“Eu não preciso de status nem fama” – Mano Brown, “Capítulo 4, versículo 3”

O ser humano tem uma necessidade de se sentir amado e aceito entre seus pares. Principalmente na adolescência, somos capazes de mudarmos nossos comportamentos para saciar esse anseio de pertencimento e fazer parte de um grupo.

Na relação com Deus, repetimos essa atitude. Buscamos satisfazer o Senhor com promessas, ofertas, mas esquecemos que a aceitação por parte Dele vem no momento que passamos a crer no seu senhorio e na salvação que Ele oferece. Na carta aos Romanos, Paulo resgata o ensinamento de que “o justo viverá pela fé” e dá o exemplo de que Abraão foi aceito não por causa de suas obras, mas porque creu.

Na música “Capítulo 4, versículo 3”, Mano Brown chega à conclusão de que não precisa de status nem fama para se sentir satisfeito. No contexto do rap, ele entende que o dinheiro, bens materiais e sexo que são vendidos como solução não passam de ilusão. Para ele, “apenas um rapaz latino-americano”, o que importa é o apoio dos seus manos.

Fazendo um paralelo com a vida cristã, a situação é semelhante. Não temos de chegar a um nível de amadurecimento, perfeição e santidade para então sermos recebidos por Deus, pois Ele nos alcança pela graça, da forma como estamos. Como nosso relacionamento com o Senhor se inicia quando reconhecemos a condição de pecador e a necessidade de salvação, não temos mesmo o que oferecer. As boas obras virão depois, como consequência do nosso crescimento espiritual e em resposta ao imenso amor divino. Creia nisso!


Semana 37 – Atos 4:3

setembro 13, 2018

“Agarraram Pedro e João e, como já estava anoitecendo, os colocaram na prisão até o dia seguinte” – At 4:3 (NVI)

“Ouvindo rádio velho, no fundo de uma cela” – Edi Rock, “Capítulo 4, versículo 3”

É comum dizer que só passamos a dar valor a alguma coisa quando a perdemos. Dentro dessa lógica, o direito de ir e vir talvez seja o maior bem que temos.

Se ficar preso é uma das experiências mais terríveis para um ser humano, ter sua liberdade tolhida de forma injusta é ainda mais ultrajante. O Novo Testamento é recheado de personagens que foram para a prisão simplesmente em função de sua fé, como na situação narrada no início do quarto capítulo de Atos, quando Pedro e João são levados à cadeia devido a uma pregação realizada no templo. Mesmo com essa perseguição, eles continuaram firmes naquilo que acreditavam e não desistiram de sua missão.

Em uma citação rápida, Edi Rock fala na música “Capítulo 4, versículo 3” de alguém que está “ouvindo rádio velho, no fundo de uma cela”, em uma cena que soa melancólica. É possível sentir a tristeza dessa pessoa na prisão, possivelmente refletindo sobre como foi parar ali.

Apesar de não estarmos em uma cadeia física, em muitos momentos nos sentimos aprisionados em nossas vidas. Achamos que jamais sairemos daquela situação que nos impede de caminhar, sendo que nem sempre sabemos como chegamos lá. Quando isso acontecer, por mais difícil que seja, lembre-se das palavras mansas de Jesus: “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.


Semana 36 – João 4:3

setembro 6, 2018

“Quando o Senhor ficou sabendo disso, saiu da Judeia e voltou uma vez mais à Galileia” – Jo 4:3 (NVI)

“Vai de bar em bar, de esquina em esquina” – Mano Brown, “Capítulo 4, versículo 3”

Se você deseja ter uma vida cristã, não pode ficar parado. Na época da igreja primitiva, quem seguia a Cristo era conhecido como “do Caminho” (Atos 9:2). Paulo, por sua vez, compara o cristão a um atleta, com a diferença de que ele “corre por uma coroa incorruptível” (I Coríntios 9:25).

Nos seus três anos de ministério aqui na terra, Jesus caminhou. Ia de um lugar a outro, realizando milagres, pregando arrependimento e fazendo a diferença na vida de muitas pessoas, como no caso da mulher samaritana na história narrada no capítulo 4 de João. Não era um guru que ficava em cima de um monte esperando para receber diversas caravanas de seguidores, mas sim um pastor em busca da ovelha perdida.

Da Judeia à Galileia, de bar em bar, de esquina em esquina. Na nossa jornada com Cristo, muitas vezes não sabemos para onde seremos levados, com quais pessoas iremos nos relacionar, quais trabalhos teremos de fazer. Precisamos estar preparados para aquilo que Deus nos reserva, convidando outros irmãos a caminhar conosco.

Imitar a Jesus é ir em direção a quem precisa. Não dá para justificar a ideia de se encastelar em uma igreja, achando que a salvação individual basta e que não é necessário estender a mão àqueles que estão ao nosso redor. Prepare-se para gastar sola de sapato!