Aplausos para a clarineta

março 4, 2008

A data de 3 de março me remete ao ano de 1996. Naquele domingo, há 12 anos, fui convidado pela banda Escravos de Cristo a cantar em uma igreja coreana, que ficava no bairro da Liberdade. Lá fui eu, com 15 anos, empolgado por ter a chance de mostrar meus dotes musicais pela primeira vez fora de um evento da Igreja Metodista Livre.

Como bom rapper, preparei o meu visual, que se consistia de uma bermuda preta e um agasalho com capuz, ambos bem surrados. Quando chego na igreja, percebo que meu modelito não fora bem escolhido: os membros estavam em sua maioria com roupa social.

Naquele culto, houve uma espécie de “show de talentos”, com várias apresentações de pessoas que não eram membros da igreja coreana. Veio a primeira apresentação, ninguém bateu palma; eu cantei “MC Empada”, nada de aplausos; os Escravos tocaram algumas músicas, a platéia não se manifestou.

Estranhei aquela cena, mas pensei “deve ser a cultura deles”. O pastor pregou, o culto ia para o seu final, até que chegou o momento da oferta. Enquanto o gazofilácio (a popular “sacolinha”) passava entre as pessoas, um senhor da igreja tocou uma música com sua clarineta. Ao fim da apresentação, para o meu espanto, houve um aplauso monumental!

Achei um absurdo aquela manifestação, parecia até que havia um certo preconceito pelos “de fora”. Tecnicamente, o homem da clarineta não fez nada de excepcional que justificasse as palmas, em comparação com o silêncio do público nas outras apresentações. O jeito foi engolir a revolta e levar a situação na esportiva.

Ps. Amanhã posto uma foto desta apresentação

Está aí a foto prometida. Aliás, o post saiu com a data do dia 4, provavelmente por causa do fuso horário:

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Corinthians terá arma secreta contra Palmeiras

fevereiro 29, 2008

O técnico Mano Menezes resolveu fazer um treino secreto do Corinthians em Atibaia na última quinta-feira para não mostrar a arma que pretende utilizar no clássico contra o Palmeiras, neste domingo. O objetivo do treinador é manter a estabilidade, evitar contato com os adversários, usar a velocidade e fazer várias ultrapassagens pelas laterais.

Como moro na cidade do interior, consegui furar o bloqueio dos seguranças do Hotel Bourbon e participei da apresentação do novo reforço do time, que atenderá todos esses requisitos da melhor forma:

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Infelizmente, estou a pelo menos 5 quilômetros do hotel e não pude comparecer ao treino do Corinthians, quando os jogadores brincaram com o carro que levará o nome do Timão na Fórmula Super Liga Superliga. A foto também não é minha, mas está no blog Superleague Formula.


Melhor Corinthians do meu tempo: Kléber – Camisa 6

fevereiro 25, 2008

A lateral-esquerda corintiana, de 1990 para cá, contou com jogadores de baixo nível técnico, como Jacenir, Elias e Augusto. Para escolher o melhor da posição na minha seleção, não foi muito difícil: fico com Kléber, apesar de ele não respeitar o passado glorioso que teve no Timão.

O atual lateral do Santos, que passou por uma cirurgia ao sofrer uma rara contusão no abdome, começou sua carreira no próprio Corinthians, profissionalizando-se em 1998. No ano seguinte, durante o Brasileiro de 1999, ganhou a posição de titular e foi campeão.

Meses depois de assumir a titularidade, conquistou seu segundo título, o mais importante de sua carreira: o Mundial de Clubes da Fifa, em 2000. Apesar de todas essas glórias, sua consagração como grande jogador aconteceria dois anos depois, ao formar o “melhor lado esquerdo do mundo”, na definição do técnico Carlos Alberto Parreira, com o meia Ricardinho e o atacante Gil.

Já sem a companhia de Ricardinho, que havia se transferido para o São Paulo, Kléber teve seu dia de vilão em 1º/05/2003. O Corinthians vencia o River Plate por 1 a 0, no jogo de ida das oitavas da Libertadores, no Monumental de Nuñez, quando, aos 32 minutos do segundo tempo, o lateral é expulso infantilmente, ao cair na provocação do meia D’Alessandro. Após a expulsão, o River ganhou forças e virou o placar para 2 a 1, sacramentando sua classificação no jogo de volta, com outra vitória por 2 a 1, no Morumbi.

Como acontece após uma eliminação corintiana na Libertadores, o desmanche da equipe foi inevitável. No meio de 2003, Kléber se transferia para o Hannover, da Alemanha. Ainda jogaria pelo Basel, da Suíça, antes de voltar ao futebol brasileiro, desta vez para atuar pelo Santos, onde está desde 2005.


Rolou um clima

fevereiro 15, 2008

Ao entrar no site do Marmota, vi que ontem foi comemorado o Dia dos Namorados (Valentine’s Day) em grande parte do mundo. Eu, que estou há 7 anos, 7 meses e três dias com uma mesma pessoa, tenho um episódio curioso para contar, que aconteceu no último Carnaval.

Desde 1994, eu passo o meu Carnaval em um dos acampamentos da Igreja Metodista Livre, chamados de Camping. Neste ano, não foi diferente, e lá estava eu como coordenador geral do Camping 12-14 (como o nome diz, voltado para adolescentes de 12 a 14 anos). A minha esposa, Flávia, também estava no acampamento, só que trabalhando na cozinha. Por isso, as refeições eram um dos poucos momentos que tínhamos para conversar com mais tranqüilidade.

Uma das pessoas que estavam na equipe do acampamento reparou que eu e a Flávia conversávamos e resolveu comentar com seus colegas: “acho que está rolando um clima entre o Empada e a Flávia”. Depois da gargalhada geral, ele foi informado que estou há mais de dois anos casado com ela.

Além da parte cômica dessa história, é muito bom perceber que depois de tanto tempo de relacionamento ainda “rola um clima” entre mim e minha esposa. Apesar de alguns desentendimentos naturais que acontecem com qualquer casal, ainda nos respeitamos, nos amamos e enxugamos as lágrimas uns dos outros nos momentos difíceis.

A minha personalidade é praticamente oposta à da Flávia. No entanto, o que nos une faz toda a diferença: Deus. Temos a mesma fé em Jesus Cristo, sabemos que nossas vidas precisam ser guiadas pelo Senhor e procuramos cultivar características como fidelidade, sinceridade e abnegação.

Enquanto muitos casamentos se deterioram por aí, vislumbro que só a morte me separará da Flávia, seja ela física ou espiritual. Sim, porque no dia em que optar por largar minha fé em Cristo, creio que meu relacionamento com ela não terá futuro.


Rappin’ Hood em Atibaia: público decepciona

janeiro 29, 2008

Escrevi aqui há algum tempo que fujo de shows gratuitos, mas resolvi arriscar no último sábado (26/01), ao saber que Rappin’ Hood estaria em Atibaia. A apresentação estava marcada para as 20 horas, no campo do Jd. Imperial, bem longe do Centro, onde moro. Mesmo temendo que o lugar estivesse lotado, programei-me para chegar em cima da hora.

Ao descer do ônibus, percebi que o meu temor não fazia sentido. Cheguei lá 20 minutos antes do horário marcado e nem 50 pessoas acompanhavam a apresentação do grupo local Poetas Periféricos. Logo pensei: o show do Rappin’ Hood vai demorar muito para começar, pois ele vai esperar o público aumentar para entrar no palco. Mais uma vez eu me enganei: às 20 horas em ponto, o “negrinho magrelo, com uma mancha no olho” começou a cantar “É tudo no meu nome”.

Naquela situação constrangedora, Rappin’ Hood não deixou a peteca cair. O rapper fez seu show direitinho, ao lado do DJ Primo (que tocava com Marcelo D2 na época do “À Procura da Batida Perfeita”) e do percussionista Beto Repinique, apesar de parecer com pressa, pois a todo momento ele lembrava que, às 23 horas, apresentaria o programa Rap du Bom, na 105 FM.

No total, ele cantou nove músicas, em aproximadamente 50 minutos. Quatro raps eram de seu primeiro CD, “Sujeito Homem” (“É tudo…”, “Rap du bom”, “Sou Negrão” e “Suburbano”), quatro de “Sujeito Homem 2” (“Ex-157”, “Us playboy”, “Rap o som da paz” e “Us guerreiro”) e uma música em homenagem a Sabotage, que eu não conhecia.

Mesmo com um público decepcionante, pude constatar mais uma vez que Rappin’ Hood é um dos principais rappers do Brasil, ao fazer misturas interessantes com samba, escolher samples de qualidade, rimar com precisão e compor letras acima da média. Se Racionais são os primeiros, ele vem logo atrás, ao lado de MV Bill, Xis, Thaíde & DJ Hum (juntos ou separados), GOG e o finado Sabotage.

Vale lembrar que esse é o quarto show que assisto de Rappin’ Hood. O primeiro (que eu considero o melhor dele que já vi) foi no Blen Blen, no lançamento de “Sujeito Homem”. Com MV Bill e Pregador Luo (Apocalipse 16) na platéia, o rapper contou com a participação das pessoas que o ajudaram a fazer o CD, como Leci Brandão e KL Jay.

O segundo foi em 2003, na quadra da Gaviões da Fiel. Minha análise dessa apresentação fica prejudicada porque, na seqüência, foram os Racionais que entraram no palco, no melhor show da minha vida. Já o terceiro foi no Chimera Hip Hop, quando estava mais interessado em assistir a Marcelo D2 e O Rappa.


Visita ao Museu da Bíblia

janeiro 25, 2008

Há exatamente um ano, eu visitava o Museu da Bíblia. Abaixo, segue um texto que fiz para o Informativo da Igreja Metodista Livre de Pinheiros sobre a visita:

Na manhã do último dia 25 de janeiro, um grupo de nossa igreja visitou o Museu da Bíblia, localizado em Barueri. Foi um período de comunhão e muito aprendizado sobre a Palavra de Deus.

Uma das principais dúvidas de quem foi conhecer o museu era a seguinte: o que veremos lá, além de vários exemplares de Bíblias? Sim, no local havia Bíblias de diversos tamanhos e idiomas, mas felizmente as atrações não se restringiam a isso.

Para quem se interessa pela parte histórica, há seções que explicam a formação da Bíblia como um livro único, como ela chegou ao Brasil, os seus principais tradutores, além de contar a história das Sociedades Bíblicas em todo o mundo. Destaque para uma réplica da prensa que Johannes Gutemberg usou para imprimir o primeiro livro do mundo: uma edição da Bíblia em latim (há uma réplica também desse livro no museu).

Aqueles que têm mais intimidade com o texto bíblico podem testar seus conhecimentos no “Show do Cristão”, programa de computador que simula o programa de TV “Show do Milhão”. Outro desafio é montar um espécie de quebra-cabeça em que cada “peça” representa um livro da Bíblia, incluindo os apócrifos ou deuterocanônicos.

Aos leitores que gostariam de conhecer um pouco mais sobre os costumes e fatos narrados pela Bíblia, o museu possui réplicas das vestes utilizadas pelo apóstolo Paulo (antes e depois da conversão), um programa multimídia com imagens dos lugares em que viveram os personagens bíblicos e uma seção que reproduz cheiros narrados nas Escrituras, como o de mirra.

Enfim, quem foi ao passeio notou o quanto a Palavra de Deus deve ser valorizada. Espero que possamos fazer isso em nossas vidas.


Biografia musical

janeiro 21, 2008

Nas últimas semanas, a leitura do livro “Vale Tudo”, biografia de Tim Maia escrita por Nelson Motta, e da lista dos 100 melhores discos da música brasileira, publicada pela revista Rolling Stone, fez com que eu questionasse o meu conhecimento musical. Por mais que eu goste do assunto, noto que pouco sei.

Em casa, por situação financeira ou cultural mesmo, meus pais nunca foram de consumir música. Só tive um aparelho de toca-disco em 1990, quando o LP já estava com os dias contados, e meu primeiro 13º salário, em 1996, foi investido em um toca-CD.

De lá para cá, até que obtive um número considerável de CDs, priorizando grupos de Rap e de bandas pop nacionais. Abaixo, segue uma pequena biografia musical:

– Até 1990, lembro de pouca coisa na minha vida musical. Era muito novo (infelizmente) para entrar na onda de Thriller, mas tinha a fita K7 de Bad e imitava o moonwalk de Michael Jackson (o que me rendeu seis pontos na cabeça). Meu irmão trocou um “vale-disco” pela fita K7 de “Sexo”, do Ultraje a Rigor, o que me fez gostar do grupo. Pirei com Technotronic quando estava na quarta série. E, para minha vergonha, gostei tanto de Menudos quanto de New Kids on The Block.

– Comecei a ir à igreja em 1991 e tive uma fase em que só ouvia música evangélica. Até 93, troquei a Transamérica pela Gospel FM e passei a curtir Katsbarnea, Rebanhão, Kadoshi e outros grupos que anunciavam a fé em Jesus Cristo. Das músicas “do mundo”, ouvia Guns n’ Roses, apesar de nunca ter sido fã de heavy metal. No final de 93, descobri Gabriel O Pensador e seu “Retrato de um Playboy”, o que aumentou meu interesse pelo rap, e Skank, graças à inclusão da música “O Homem que Sabia Demais” na trilha da novela global “Olho no Olho”.

– Passada a “fase exclusivamente gospel”, Racionais MC’s marcaram minha oitava série (1994), com os clássicos “Fim de Semana no Parque” e “Homem na Estrada”. Fui ao M200 Summer Concert para assistir Gabriel O Pensador e quem abriu o show foi um tal de Chico Science e Nação Zumbi. A banda tocou “Rios, Pontes e Overdrives” e eu achei a coisa mais esquisita do mundo. Entre meus amigos da escola, o que rolava era o pagode de Raça Negra, Só Pra Contrariar e outros grupos. Neste ano, compus meu primeiro rap, “O Nome Dele é Jesus”.

– Em 1995, demorei para engolir o fenômeno “Mamonas Assassinas”. Em um show promovido pela rádio 89FM, cheguei a assistir à banda ao vivo, assim como Barão Vermelho, Raimundos, Skank e Titãs, que fazia sucesso com “Domingo”. Porém, o que me marcou neste ano foram as minhas primeiras apresentações e a composição de três dos meus maiores “hits”: “MC Empada”, “Rap de Adoração” e “Monarca”.

– No Show da Virada da Globo que comemorava a chegada de 1996 eu vi pela primeira vez o Gera Samba, que depois viraria “É o Tchan”. Garota Nacional, do Skank, bombou nas rádios, e minha “carreira musical” seguia firme: comecei a me apresentar junto com a banda Escravos de Cristo e compus mais três músicas: “Office-boy de Cristo”, “Evangelho” e “Nada Vai”. O “álbum” que eu mais ouvi no ano foi a “fita verde” dos Escravos de Cristo, que em 90 minutos contém 23 músicas.

– Com o toca-CD comprado no final do ano anterior, foi em 97 que comecei a consumir música de verdade. O rap internacional era obrigatório com NWA, 2Pac e Snoop Dogg, comprei CDs de bandas nacionais (Chico Science e Nação Zumbi e Planet Hemp) e, em novembro, adquiri o histórico “Sobrevivendo no Inferno”, dos Racionais MC’s (do grupo, já tinha gravado uma coletânea que reunia os discos anteriores). Em março, formei a MC Empada e Banda, junto com o tecladista Cel e o baterista Brack, além de ter composto durante o ano a música “Ministério”.

– Entrei na faculdade em 98, mas no primeiro ano do curso de jornalismo pouco acrescentei ao meu “repertório musical”. Era ano de Copa do Mundo e um dos comerciais da Nike com a seleção brasileira tinha como trilha a música “Mas que Nada” (na versão do Tamba Trio), o que me fez gostar ainda mais de Jorge Ben. Como rapper, compus mais uma música, “Senhor da História”.

– Não compus nenhuma música em 1999, mas fiz neste ano minha única apresentação “interestadual”: fui cantar em Volta Redonda, após um convite que recebi por e-mail. Em relação às influências, “conheci” a Bossa Nova após ler o “Chega de Saudade: a História e as Histórias da Bossa Nova”, de Ruy Castro, e comprar um CD da Nara Leão com vários clássicos do ritmo. Continuava consumindo pop nacional e ouvia “Zóio de Lula”, de Charlie Brown Júnior, fazer sucesso.

– O ano 2000 foi de muitos ensaios e apresentações, além da composição de “Daniel”. Os Escravos de Cristo lançaram seu primeiro CD, “Capítulo I”, e também comprei alguns CDs de rap nacional, como Xis e Thaíde e DJ Hum.

– As minhas apresentações rarearam em 2001, mas meu gosto por rap não. Foi nessa época que ouvi o então novo disco do Dr. Dre (lançado em 1999, mas batizado coincidentemente de “2001”), que tinha como carro-chefe a sensacional “The Next Episode”. De rap nacional, adquiri o primeiro CD solo do DJ KL Jay, dos Racionais, “KL Jay na Batida Vol. 3 – Equilíbrio, a Busca”.

– Em 2002, voltei a me apresentar, principalmente nos Pontos de Encontro, lá em Diadema, e compus a música “Cuidado”. Nesse mesmo ano, comprei os lançamentos de Racionais (“Nada Como um Dia Após o Outro Dia”), Xis (Fortificando a Desobediência) e achei em um camelô o original (mas usado) de “HIStory”, coletânea do Michael Jackson.

– Com o fim da MC Empada e Banda, o jeito era me divertir com as músicas dos outros em 2003. No ano, o destaque fica com a batida perfeita de Marcelo D2, mas Sabotage (que morrera em janeiro) também tocou bastante em minha casa, primeiro pela trilha sonora do filme “O Invasor”, depois pelo álbum “Rap é Compromisso”.

– O Rappa e o seu “O Silêncio que Precede o Esporro” foi o que me empolgou em 2004. Assisti ao ótimo show da banda no esvaziado Chimera Hip Hop, assim como vi Rappin Hood cantar o seu “Us Playboy” (“os playboys têm carro, têm poder e têm dinheiro, mas não têm sossego, não têm sossego…”).

– O hit de 2005 foi “Senhorita”, interpretada pelos rappers Cabal e Lino Crizz. No final do ano, ganhei de aniversário o CD “Essential”, coletânea do Michael Jackson, e mais uma vez “redescobri” o cantor, principalmente pelas músicas da fase Jackson 5.

– Com um computador decente e banda larga, finalmente entrei para o mundo dos P2P. Das músicas baixadas, destaque para Tim Maia e sua fase racional. Das novidades, quem me encantou em 2006 foi Paula Lima e seu CD “Sinceramente”.

– Nem tanto pelo DVD “1000 Trutas, 1000 Tretas”, mas sim por causa deste blog, meu MP3 player sempre contou com músicas dos Racionais em 2007 (aliás, ainda estou devendo a análise de “Nada como um dia…”). De resto, não me liguei tanto a coisas novas.

E em 2008, o que posso esperar em relação à música?